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Em um mar de tantas doutrinas e teologias equivocadas, está cada vez mais difícil pescar algo realmente bíblico... É preciso ir à águas mais profundas...

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Dízimo: dar ou não? Mandamento para a Igreja ou para Israel?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009
 
Será mesmo???

A grande problemática que gira em torno do dízimo ou não dízimo está na coluna cervical da interpretação bíblica: a crença ou não na Teologia da Substituição, que crê que a Igreja substituiu Israel no Plano Divino. Crendo nesta (que é um grande desvio doutrinário) apropriar-se-á de muitas promessas e deveres que somente são inerentes à Israel e usar-se-á para a Igreja. Uma destas é o dízimo.

Pergunto: O que é o devorador? Tem sido ensinado por aí que é um demônio que Deus "solta" para destruir a vida financeira ou no mínimo amaldiçoar a vida do crente que naquele mês não deu o dízimo... (na minha mente vem a imagem de um cachorro preso doido pra se soltar e sair mordendo tudo o que encontrar pela frente, e quando se falha em dar o dízimo Deus solta este cachorro pra ele fazer a festa...)

Sou dizimista. Mas não o sou por Lei e sim por amor e pelo ensinamento neotestamentário eclesiástico de que aquele que dá deve o fazer segundo o que propôs em seu coração e com Alegria, pois Deus ama quem assim o faz.

"E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:6 e 7)


Mas eu poderia dar 9% ou 11%. Decidi dar no mínimo 10%, mas não estou preso a esse número.

Enfim, penso que é bom para o cistão dar o dízimo, desde que o esteja fazendo por amor e decisão e não por medo de uma maldição criada pelo homem.
Certamente os pastores que pensam desta forma são a minoria, pois muitos destes decidem depender das Entradas do Templo e não do seu próprio trabalho... Entretanto, dentre estes, há aqueles que a Igreja Local necessita tê-los disponíveis em tempo integral, pois é grande a demanda de vidas e assuntos que necessitam do pastor presente em qualquer horário. Para estas comunidades, não é difícil sustentá-lo integralmente. São pastores sérios, realmente chamados, que são dignos do "salário" (prebenda) pelo seu trabalho pastoral...
Mas há outros que porque não "deram certo" na vida resolveram arrumar o emprego de pastor e assim o encaram, interpretando a bíblia conforme lhes convém para que seu sustento, digo, seu salário (e não prebenda) nunca falte... Estes dificilmente ousarão interpretar corretamente a bíblia e perder as benesses financeiras da livre interpretação da Palavra, sem fidelidade à uma séria exegese ...

Pensando, errando e acertando a cada dia,
Claudio

1 comentários:

{ Georges } at: 10 de setembro de 2011 00:21 disse...

Concordo.
O importante não é se é 10, 20, 5 ou 90%, o importante é o cristão contribuir com liberalidade e com liberdade. Em meu blog 'Doa a quem doer' tenho tentado explicar isso há tempos, ficara honrado com sua visita e comentários.

 

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